Cânion São Francisco: Praia da Dulce e Vale dos Mestres

Jan 10

Cânion São Francisco: Praia da Dulce e Vale dos Mestres


Novos caminhos levam à região do Velho Chico

O rio São Francisco foi generoso com a região do sertão nordestino brasileiro e onde a beleza natural não se fez tão singular, o homem tratou de dar uma forcinha, modificando-a para melhor. E graças a essa generosidade do Velho Chico e a singularidade do homem em potencializar as belezas, criar infraestrutura e interagir com a paisagem, a região do cânion do São Francisco, na divisa entre os estados da Bahia, Sergipe e Alagoas, vem se configurando como um dos principais produtos turísticos do país e fonte de inesgotável  poder de encantamento para quem o visita.

A região do Cânion do São Francisco abriga paredões entre águas esverdeadas, trilhas, formações rupestres, praias de água doce, sítios arqueológicos, monumentos naturais, além de todo o potencial cultural, histórico e artístico do povo sertanejo e ribeirinho.

O Tô no Mundo traz um roteiro pelo cânion do São Francisco, partindo da praia da Dulce, no município alagoano de Olho D’Água do Casado, com passagem pelo Vale dos Mestres e parada tradicional no Paraíso do Talhado.

Olho D’Água do Casado dista 272km da capital alagoana, Maceió, e 237km de Aracaju (via BR 235) e é um dos portais de embarque para se conhecer a região do Velho Chico, seus afluentes e prainhas. A praia da Dulce fica localizada a poucos 2km de estrada de piçarra da sede municipal e, chegando lá, o primeiro contato da prainha se tem de cima, de um barranco de areia escura em meio ao bioma de caatinga.

Ao primeiro olhar, o riacho das Águas Mortas, um dos afluentes do rio São Francisco, mostra-se caudaloso ao longe, quando se tem o primeiro contato com o que estar por vir: águas claras, vegetação de cactáceos escrutada em formações rochosas e muito contato com a natureza.

O catamarã parte da prainha que tem uma boa infraestrutura, ao menos para proteger os visitantes do sol caudaloso do sertão nordestino, além de um pequeno bar e banheiros limpos. Ao partir do atracadouro a embarcação percorre um trecho de paredões desgastados pelas intempéries do tempo até chegar a Curva do Rio e cruzar com o rio São Francisco. O catamarã vai até a outra margem do Velho Chico, já em Sergipe, quando continua até chegar ao denominado Vale dos Mestres.

Fonte: Tô no Mundo

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