Turismo e agricultura aquecem a economia de Canindé

Jan 23

Turismo e agricultura aquecem a economia de Canindé


O município de Sergipe tem o turismo e agricultura como os principais pilares da economia

O município de Canindé de São Francisco tem o turismo e agricultura como os principais pilares da economia.  O ‘Vale dos Mestres’, com vegetação intocada, ‘Trilha do Cangaço’, cânions e cavernas com pinturas rupestres datadas de 3 mil anos, além das rochas em formatos que lembram animais e figuras humanas, atraem turistas de todas as regiões do Brasil.

As principais receitas municipais proveem da agricultura (milho, tomate, feijão e algodão), pecuária (bovinos, caprinos e ovinos), avicultura (galináceos) e da atividade turística na região da Hidrelétrica de Xingó.

“Vale muito a pena sair da rotina e conhecer um lugar bonito com a família toda. A experiência é muito boa e todos se divertem e conhecem a nossa própria cultura”, vibra a turista de Alagoas, Maria Eugênia Correia.

O destino está entre os mais crescentes do país, junto com o Beto Carreiro World, parque temático, que fica em Santa Catarina. Os dados são da Associação Brasileira das Agências de Viagens.

E de olho nesta procura e na geração de empregos, novos roteiros são traçados, como o ‘Vale dos Mestres’, que serviu de locação nas gravações da minissérie ‘Amores Roubados’.

“O Vale dos Mestres chama atenção dos turistas por causa das pinturas rupestres que foram encontradas pelos estudiosos que exploram a região”, explica o turismólogo Genilson Aragão.
A base da economia da cidade é a agricultura. A colheita do quiabo chega a 500 toneladas por semana, que abastecem estados como Bahia, Alagoas e Pernambuco. Mas ainda tem feijão de corda e goiaba, tudo isso, graças às águas do Velho Chico.

“A irrigação mudou a paisagem na propriedade e na renda da minha família. Hoje emprego quatro pessoas”, comemora o agricultor Jailton Paes dos Santos.

De acordo com Carlos Roberto da Fonseca, secretário da Agricultura, apesar do turismo ser um importante vetor da economia, o grande filão é de fato a agricultura. “As toneladas de quiabo que saem daqui toda a semana e outros itens como a acerola, milho, macaxeira que também são produzidos na região graças aos sistemas de irrigação rende de lucro para o município de cerca de R$ 2 milhões”, garante.

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